Redes Sociais, se paga?

Postado por marcelo.mozart Em 30 - agosto - 2010 COMENTAR

O trabalho em redes sociais, assim como qualquer outro sobre a plataforma web, tem como tendência o resultado de forma cumulativa, podemos dizer de forma mais popular, que funciona como uma bola de neve.

Por exemplo, quando se faz um investimento em e-mail marketing, o retorno das primeiras campanhas é relativamente menor que das primeiras, pois o público que recebe a informação vai, aos poucos, se adaptando e se acostumando com a sua forma de comunicar e, ao longo de um período, passa a ler mais frequentemente e se interessa pelo assunto que você quer comunicar, por tanto o retorno não será imediato.

Quando o assunto é rede ssocial, ainda temos que considerar um fator agravante; você precisar adicionar pessoas á sua rede, isso pode levar alguns dias, de qualquer forma, o retorno também não será imediato e poderá ser medido depois de 6 meses de movimento na rede, pois antes disso provavelmente qualquer resultado será prematuro.

O retorno acontece, se a comunidade for bem trabalhada eo relacionamento com os demais da sua rede for aprofundado, mas é preciso trabalhar com persistência, qualidade e de forma contínua.

Existem fatores importantes a se levar em consideração:

* Profundidade do tema que o escritor aborda
* Formato e disposição das informações
* Linguagem utilizada
* Links, se práticos ou não, se seguros ou não
* Se o público da sua rede se identifica com o tema que você movimenta nela

Depois de levar em consideração esses fatores é preciso objetivar, qual o objetivo do seu trabalho nas redes sociais?

E depois de respondida essa questão, certamente conseguirá determinar os indicadores para análise futura:

* Número de visitas remetidas do seu perfil para seu site
* Número de solicitações e/ou orçamentos
* O quanto cresceu seu faturamento
* O quanto economizou em outros canais
* A relação custo/benefício da rede em comparação com os demais canais que você comunica
* Popularidade de sua marca

Algumas empresas medem o retorno de suas campanhas (ROI – Retorno sobre investimento) e esquecem de mensurar outros ganhos, que apesar de serem mais difíceis de serem extraídos, são tão importantes quanto o retorno financeiro.

Um artigo que aborda de forma clara e mais aprofundada o tema é este que segue no link, por Rafael Kiso, da focusnetworks: http://www.focusnetworks.com.br/focusview/index.php/2010/06/sustentabilidade-da-empresa-atraves-do-social-business/

Sucesso a todos!

Responsabilidade comercial nos dias de hoje

Postado por Marcelo Mozart Em 3 - fevereiro - 2010 1 COMENTÁRIO

Ao procurar na internet pelo termo Responsabilidade Comercial, encontrei 4.490.000 ocorrências e pode-se dizer que praticamente todas essas faziam referência á questões legais previstas no código de defesa do consumidor (CDC). A questão é: Você empresário, espera pelo C.D.C. para atender bem seu cliente? Qual sua responsabilidade comercial nos dias de hoje?

Nós saímos do tempo em que “o cliente é o rei” leia mais…

Bloqueio do telemarketing

Postado por Marcelo Mozart Em 23 - janeiro - 2010 COMENTAR

Desde que o PROCON abriu a possibilidade do consumidor cadastrar-se solicitando o bloqueio de ligações do telemarketing iniciou uma verdadeira “caça ás bruxas” ou caça aos callcenters. De lá pra cá tenho acompanhando a repercussão na mídia e a opinião de diversos especialistas e entre tantos artigos o que “desenhou” a melhor crítica, embasada na mais pura realidade do setor foi a de Cláudio Sá – presidente da Teclan – ao portal “Só contactcenter”, por isso decidi postá-la aqui:

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Vamos derrubar paradígmas – II -

Postado por Marcelo Mozart Em 31 - março - 2008 COMENTAR

“Vendedor que é vendedor, vende qualquer coisa!”ditado popular.

Certa vez escrevi a respeito de um mito que existe sobre vendedor, que qualquer um é ou pode ser vendedor. Hoje mostrarei que existe outro ditado popular que nada mais é que um paradígma sobre vendedor – “Vendedor que é vendedor, vende qualquer coisa!”.

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Reconstruindo conceitos sobre Qualidade

Postado por Marcelo Mozart Em 9 - março - 2008 1 COMENTÁRIO

“O verdadeiro indicador de qualidade não é como você se sai quando está no seu melhor dia, mas sim no pior”
Subir Chowdhury

Não parece injusto que depois de muito investimento em qualidade e excelência de atendimento e de muita qualificação de seus colaboradores, por um único contato isolado, seu cliente ser mal atendido e a partir disso julgar sua empresa como a pior no que se propoe a fazer?

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Empatia

Postado por Marcelo Mozart Em 22 - fevereiro - 2008 COMENTAR

“Se queremos servir os outros, nós é que devemos pensar como eles.”

- Poeta Fernando Pessoa, na obra – A essência do Comércio (1926).

Se formos falar numa linguagem mais contemporânea/atual, o que Fernando Pessoa quis dizer a nós gestores é que devemos ter o foco do cliente e não o foco no cliente.

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O valor está naquilo que, geralmente, não vendemos

Postado por Marcelo Mozart Em 15 - fevereiro - 2008 COMENTAR

j0303034.jpgQuanto vale um sorriso?

Quanto vale um “bom dia!”, com cara de BOM DIA.

Quanto vale o esforço de fazer “aquele favor” ao seu cliente?

A satisfação de ser bem atendido está na expectativa do serviço prestado, intrínseca do cliente.

Certa empresa de cartão de crédito criou uma peça publicitária que transmite esse sentimento muito bem, com o jargão:

“(…) isso não tem preço.”

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